A Chuva
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A Chuva,
Quando cai docemente
Em gotas turvas,
É tão transparente.
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O seu barulho excitante
Não vê a morte
A chuva é tão fascinante
E parece tão forte
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A menina que olha,
A chuva, sem demora,
Até que se molha,
E então comemora.
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C. Sednem
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Golconda, por Réne Margritte, 1953

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